quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O Cantoliê como poucas vezes tive coragem de mostrar.

Baguncinha? Bagunçona!!
Eu tenho certeza que minha vida é uma onda. Daquelas que te dão um caldo de vez em quando e você perde o rumo dos acontecimentos. E quem sofre? O mais fraco, no caso, meu Cantoliê.

Vai passando os dias você vai ajeitando aqui e ali, encaixando um pacote, tira um tecido e não devolve, empresta uma tesoura e vai par outro canto da casa, a poeira chega sem avisar, uma coisa nova na sacola e quando vê, o caos impera.

Faz dias que esta zona aí em cima (e olha que aqui eu já tinha começado a arrumação) tá olhando para mim e me falando: "quando é que vc vem hein?" EStou indo meu bem, só estou planejando melhor como eu vou te atacar para vc não voltar tão cedo.

Admiro quem faz caixas fofas, potes, latas A vista sem pegar poeira? Caixa plástica transparente!

Sou amiga intimadas lojas de embalagens. Adoro tudo que é "tupervare". Mas nos tempos de minimalismo, não dá para sair comprando feito doida.

Pensei bastante nas minhas necessidades e comprei uns joguinhos baratinhos. Gastei 30 reais em 9 embalagens pequenas e médias e mais 2 grandes. E mais duas que tem 3 divisórias cada uma para as peças das máquinas. Olha o começo da arrumação:

1º andar: peças das máquinas, etiquetas, linhas. 2º andar: linhas em cone, carretéis, bobinas, ferragens. 3º andar: botões bombê de 3 tamanhos, tic tac produção e material de pintura.

Adoro caixas maiores mas desta vez não tinha. Nesta prateleira abaixo eu tenho duas que guardo de tudo um pouco:

Minhas caixas encapadas, caixinhas de miudezas que marido usava para pescar (agora coloco botões) e a caixa do Ferrero Rocher que eu guarda as linhas de bordar.

A arrumação continua e talvez este final de semana com uma novidade: o Cantoliê vai mudar de lugar. Depois de muito conversar com marido e pesar prós e contras, decidimos mudá-lo para o quarto de tv. Então vai ter postagem, aguardem!!!

E as novas etiquetas da Casa de Fricotes chegaram:
Lindas, sou suspeita em falar...


Ah e antes que eu me esqueça, muito obrigada pelo carinho com a fan page da Lujinha que já beira os 1000 seguidores. Não conhece? Vai lá: www.facebook.com/casadefricotes


beijos!!

domingo, 27 de janeiro de 2013

Organizando a vida

Já pensei muito para escrever este post aqui. Fiz e o refiz várias vezes na minha cabeça, imaginando como explicar o motivo dele estar aqui.

Quem me conhece de 2005 para cá, sabe como eu gosto de ter blog separados por assunto: emagrecimento, corrida, casa, culinária, artesanato (já tive um só de madeira e outro de patch) e muito mais. Só que este é o tipo de organização que na verdade complica mais do que organiza. Ele duplica (ou quadriplica) o seu trabalho com os blogs, "esparrama" o assunto e leitores e no final não retrata o que o é este ser que vos escreve. 

Somos multiplos, não temos como nos separar por assuntos.

Dito tudo isso, vamos ao post inaugural desta nova fase da Casa de Fricotes, onde irei falar de tudo que me rodeia e me interessa e não apenas sobre patchwork e meu trabalho.

Estava me sentindo assim, juro! Link Imagem


Organização: fácil falar, difícil de fazer? Nem tanto. Eu diria que organização é dificil de manter. Porque organizar não é um verbo estático. Ele tem que ser contínuo. Todo dia um pouco mais, todo dia mantendo o que foi feito.

Explico: ontem (quem me acompanha no Face ficou sabendo) eu resolvi atacar minha pilha de contas pagas, papéis de todo tipo e arquivo de mais de 5 anos. Data da ultima vez que mexi com esta documentação. Separei todas as contas pagas por anos, guardei em uma gaveta e de lá para cá, só foi entrando papel de maneira desorganizada, sumindo o que precisava e aparecendo o que não precisava. Resultado? Uma pilha imensa de papéis, fora e dentro desta gaveta, encostada ao lado da minha escrivaninha.

Mas porque esta pilha cresceu? Porque houve a organização, mas não houve a manutenção. O certo seria eu ter todos as contas separadas em uma pasta durante o ano, e no final de cada ano, separar o que se pode jogar fora e o que tem que guardar (vc sabe disso?). E arrumar o ano seguinte. E assim por diante.

Bom, como não foi feito um pouco a cada dia (isso é manutenção) tive que fazer um monte de uma vez só. E acreditando ou não, isso te gera um desgaste. Desgaste de tempo, de humor, de energia. 

Vc acabando revirando lembranças que estão ali junto com aquela papelada que tem que ser olhada uma a uma e assim lembra de uma fase boa da sua vida, ou de fase ruim, ou de uma fase da sua vida que não vai voltar. É uma montanha-russa de sentimentos e lembranças. Exagero? Sou over, me amem (ou me processem).

Mas no final, compensa. Compensa vc ter as coisas no lugar e saber exatamente onde está aquela fatura antiga que vc precisa de um código (exemplo besta, mas já aconteceu comigo). Saí a noite e quando voltei senti minha casa mais leve. Mesmo que visualmente nada tenha mudado.

Ainda tenho uma pilha me esperando. São coisas para serem arquivadas que não são necessariamente contas. São lembranças, cartões, algumas apostilas que sobreviveram a uma ultima faxina.

E lá vamos nós!

Bom domingo!
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